Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Porque quem compreendeu o intendo do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glórias, pois, a ele eternamente. Amém! - Romanos 11.33-36.

terça-feira, 24 de junho de 2014

Ideias desconexas

Juras de amor são apenas isso: juras de amor.
Nossos Titãs diriam que não existe o amor, apenas provas de amor.
E diriam ainda que pessoas aparecem do nada e mexem demais conosco.
Isso é bem verdade.
O único problema é que depois elas desaparecem.
Fazem juras de amor, dão provas de amor, e depois sequer dizem adeus,
sendo cedo ou tarde demais para tal.
Ilusão, encantamento, magia. Coisas que nos fazem ver somente o belo.
Eu ia dizer que elas nos fazem ver o belo onde ele não existe.
Mas isso não é verdade. A verdade é que elas realmente nos fazem ver somente o belo.
o x da questão é que quando a doce ilusão se vai, ela leva junto essa beleza. :(
Fizemos planos. Você queria fazer o meu dedo reluzir.
Você fazia o meu coração reluzir. Nunca imaginei que ele bateria forte assim por outrem. Mas bateu. 
Nunca imaginei que brilho no olhar pudesse ter outro significado em minha vida, mas teve: você.
Mas, por fim, o meu dedo não reluziu. O meu coração continua a bater forte, mas de tristeza por um sonho que se acabou; meus olhos continuam a brilhar, mas de tristeza por ter descoberto quem você é.
O que me deixa mais faz com que os meus olhos brilhem de tristeza
é pensar que eu tive um surto, saí de mim, e fui quem não sou,
mas nesse surto descobri quem você é. Perdi o encantamento.
Gostaria de poder te olhar o resto da vida com o mesmo doce sentimento.
Pensei em dizer agora que pessoas mudam, e que você pode mudar,
e se tornar quem eu quis achar que você era, quem você me fez acreditar que você era. Mas pessoas não mudam. Eu não mudei. Surtei, mas não mudei.
O anel que tu sequer me deste era muuuuito mais frágil que vidro
e se quebrou.
O amor que tu me tinhas nunca existiu, sequer começou.
Você realmente entrou na roda, disse-me versos muito bonitos,
todavia nunca disse adeus e mesmo assim foi-se embora.
Se é amor tem desencontros? 
Então, talvez, o que houve entre nós tenha sido amor.
É! Gosto de pensar que sim. Um amor tão intenso que
da mesma forma que começou acabou: do nada.
Amamos um contra o outro.
Queria pensar em um jeito bem bonito de terminar minha escrita.
Ah! Tem um: AMIZADE!
Esse é o amor mais perfeito, puro, sincero, verdadeiro, profundo.
E isso eu posso te oferecer, sabendo exatamente quem você é: amizade.

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