Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Porque quem compreendeu o intendo do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glórias, pois, a ele eternamente. Amém! - Romanos 11.33-36.

quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

Eu tenho uma amiga galinha

Eu tenho uma amiga galinha. Aliás, várias. Nosso relacionamento está evoluindo. Uma fugidinha aqui, uma bicadinha acolá, mas nada que não pudesse ser superado através do diálogo sincero. Logo, pensei em dar-lhes um pouco mais de espaço e deixa-las passar um tempinho fora do galinho. Afinal, todos nós, de vez em quando, precisamos expandir um pouco nossos horizontes. E, se o que a gente ama a gente deixa livre...

No começo, tudo fluiu muito bem. Um cocozinho aqui, outro ali, mas nada agravante. Os limites eram respeitados, e a convivência, pacífica. Entretanto, três ou quatro dias depois, a balbúrdia teve início. Um cocozinho aqui, outro ali, como no começo, só que esses aqui e ali eram os aqui e ali inadequados, indevidos. Invasão de espaço, rebeldia, motim, rebelião. Até que chegaram, as cocós, ao ponto de defecarem na área, olhando para minha cara, e rindo! Vejam se pode! Alguém aí já viu uma galinha evacuando? O ato é precedido de uma leve esticada de pescoço e um suave, quase “císneco”, bater de asas. Mas o da cocó em questão ainda teve um “quê” de “Há! Há! Sou eu quem mando!”

O final não poderia ser outro: elas voltaram ao seu confinamento e nosso relacionamento regrediu um pouco. Nada demais. Talvez um pequeno retrocesso antes de um grande avanço. Até porque todo relacionamento possui seus altos e baixos.