Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Porque quem compreendeu o intendo do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glórias, pois, a ele eternamente. Amém! - Romanos 11.33-36.

segunda-feira, 15 de agosto de 2011

Alguns pensamentos nesta manhã

1º) Judeus e Gentios

"Porque Deus encerrou a todos debaixo da desobediência, para com todos usar de misericórdia." - Rm 11.32.

Os gentios salvos não devem ser soberbos em relação aos judeus, por Deus os ter "rejeitado", pois "o endurecimento veio em parte sobre Israel, até que a plenitude dos gentios haja entrado" (Rm 11.25b). "Então não te ensoberbeças, mas teme, porque, se Deus não poupou os ramos naturais, teme que não te poupe a ti também." (Rm 11.20b e 21). "Porque assim como vós também antigamente fostes desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles, assim também estes agora foram desobedientes, para também alcançarem misericórdia pela misericórdia a vós demonstrada" (Rm 11.30 e 31).

2º) "Aborrecei o mal e apegai-vos ao bem" (Rm 12.9b), não somente o mal e o bem na prática, nos atos, palavras, nas ações, mas também, e principalmente, em nossas mentes e corações, de onde procem todas a s coisas - Pv 3.23; Lc 6.45

3º) Deus escreveu dois livros, por meio dos quais Ele se revelou: um chamado "natureza" e outro chamado "Escrituras" (John Sttot).

4º) "Todos nós, de tempo em tempos, precisamos recordar os princípios básicos da vida espiritual, os quais, de maneira ingênua, pensamos ter superado há muito tempo" - Timothy Dudley-Smith.

5º) "Deus é muito crítico em relação à "religião", se ela sifnificar serviços religiosos separados da vida real, do serviço amoroso e da obediência moral proveniente do coração" - John Sttot.

6º) "Não existe separação entre sagrado e secular em uma mente cristã" - J. L. Moreland.

sábado, 13 de agosto de 2011

Há Vagas!

Igreja não é empresa, mas as pessoas devoram umas às outras para "subirem de cargo", serem "promovidas", "progredirem" na carreira. Pena que não seja a carreira proposta por Deus, e pena que o prêmio que anelam não seja o da soberana vocação de Deus em Cristo Jesus. Ao invés de esquecerem das coisas que para trás ficam, passam os outros para trás e esquencem-se deles. Aliás, por que se lembrar, com algum remorso, daqueles que ficaram para trás? Pessoas não são importantes, cargos, sim. Se os "deixados para trás" são lembrados, o são apenas como um degrau na escada do "sucesso" de alguém, como uma piada. Afinal, é preciso esquecer das coisas que para trás ficam, e é isso que as pessoas são (na visão de alguns, claro): coisas.

Igreja não é empresa, mas se houver vagas, ou alguém a ser derrubado...

Sábado de sol...

“Obrigada, Senhor, pelo maravilhoso sábado!” Esse foi sentimento que veio ao meu coração para compartilhar no Facebook. Em seguida pensei: “Sábado de sol.” Inevitavelmente essa frase foi automaticamente completada pelo me cérebro com a seguinte oração: “...aluguei um caminhão”.

Aceitei Jesus como único e suficiente Salvador poucos dias após o fim trágico das pessoas que encenavam a música supra citada. Assim, ela e elas (música e pessoas) fizeram parte da minha vida, “muita parte”.

Que fim trágico essas pessoas tiveram!

As coisas acabam de repente, a vida termina abruptamente. E o que eles fizeram com a vida deles? Levaram alegria (mundana e luxuriosa) a um país inteiro? Sim. E olha que o país é bem extenso. Possui uma área territorial do tamanho de um continente! Alcançaram o sucesso (nos moldes do mundo, segundo aquilo que o mundo dita que é sucesso)? Sim. E como alcançaram! Um sucesso estrondoso. Mas, o que eles fizeram com a vida deles? Ah! Eles correram a carreira, que o mundo propôs a eles. Eles esqueceram das coisas que ficaram para trás: da falta de fama e dinheiro, dos Princípios que lhes foram pregados.

Chorei, chorei muito quando recebi a notícia. Lembro-me do que estava fazendo, do que ia fazer (até receber a notícia), do que tinha programado para o meu dia, para o meu sábado de sol, para aquele sábado de sol. Eles faziam parte da minha vida, da minha alegria adolescente, dos momentos mais “felizes” dessa faze da minha vida. E o que eles fizeram com a vida deles?

O sábado já não é mais de sol, e não há a possibilidade de alugar um caminho pra colocar toda a galera (pesquise galera) e levá-la pra se “alegrar”. E o que eles fizeram com a vida deles, enquanto a tinham? Não há mais convites para “festas”, nem mais “vislumbres” do mundo animal, nem mais Brasília amarela; não há mais music very good, nem money, nem work, nem seres humanos fantásticos, nem poderes titânicos, nem euforia. E o que eles fizeram com a vida deles? Eles abriram a mente!

Não sinto saudade do tempo em os conheci, e não conhecia a Deus. Não sinto saudade da “diversão” que eles traziam, nem da que suas canções embalavam. Tenho saudade da vida que eles não tiveram, saudade da vida que nunca terão, saudade da utopia que nunca viverão, dos voos que nunca alçarão (só Deus sabe). Sinto saudade de quando eles não eram verdadeiramente galera (mais uma vez: só Deus sabe).

Obrigada, Senhor, pelo maravilhoso sábado. Sábado de sol. E ainda que um dia ele esteja nublado, a Tua luz brilhará em minha vida e me guiará. Sábado de sol, passei com o meu Senhor. Sábado de sol, segurei em Sua mão. E estou aqui, com o Senhor em meu coração. E ao chegar Lá, não haverá nenhuma vergonha. Existirá a árvore da vida, e dela comerei. E lá, o Sol da Justiça me iluminará! E Deus limpará de seus olhos toda a lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor; porque já as primeiras coisas são passadas. E ele? O que fizeram de suas vidas.

Sinto saudade por eles não estarem lá comigo (Deus é que é Onisciente).

Sábado de sol.

A comunicação continua...

os scraps e e-mail são em massa; a impessoalidade também.

sexta-feira, 5 de agosto de 2011

Comunicação sem fim

Contas de e-mail: 3.

Números de telefone celular: 3, de operadoras diferentes, claro, pra poder falar com todos. Ainda utilizo-me de uma quarta operadora que presta serviços ao meu esposo. rs.

Redes sociais: peraí que eu vou contar... orkut, facebook, twitter... 3 de novo.

Fora msn e skip, que eu não sei como classificar.

Ah! Ainda há dois blogs: o dos adôs e o meu.

Internet na escola, no trabalho, na lan house, no desktop, no notebook, no netbook, no celular (com certeza esqueci de algum aparelho moderníssimo que eu nem conheço).

E pra quê tudo isso? Tudo pra tentar ficar mais perto de vocês, que eu tanto amo. Tudo pra tentar fazer parte um pouquinho mais da vida de vocês, pois o meu amor não se contenta com 1 hora no domingo de manhã. Tudo pra tentar estar mais com vocês.

São tantos números, e contas, e redes, que fico perdida. É tanta coisa e ainda sim não consigo estar inteirada de tudo. Sempre ocorre de ser dado um aviso em um destes meios de comunicação e eu perder. Sempre há um lembrete ou convite ou convocação ou informação que eu não vi. E com toda essa tecnologia, sempre um ou outro fica fora de algo, sempre alguém esquece de avisar algo importantíssimo a alguém, alguém sempre não "teve como avisar" outro alguém de alguma coisa de primordial importância!

Mas, se todos os meios (não conheço todos os recursos de nenhum deles) servirem pra demonstrar um pouquinho do quanto me importo com vocês, pra mim já é o bastante!

Mudando um pouquinho de assunto, mas nem tanto, tantas redes sociais, e-mails, números de telefone, tantas possibilidades de comunicação se prestam a um outro serviço: ignorar as pessoas, deixá-las de lado, menosprezá-las, esquecê-las. É certo que existem para aproximar as pessoas, mas, muuuuuuuitas vezes, simplesmente mostram como algumas pessoas simplesmente não fazem parte da vida de ninguém! Esse ninguém a quem me refiro são aquelas pessoas tidas na mais alta estima por esse que não faz parte da vida de ninguém; são aquelas pessoas que dizem ser suas amigas!

Há pessoas que têm tudo o que se pode ter em termos de comunicação, e ainda assim são excluídas, estão sempre à margem, são as últimas a saber... Nesses casos, toda essa tecnologia serve pra mostrar a essas pessoas o quão isoladas elas estão. As fotos mostram os momentos maravilhosos que seus amigos tiveram juntos... ele(a) não está lá. Opa! Eu disse "amigos"? Errei! Quis dizer apenas "contatos", ou "conhecidos".

Há sempre os dois lados da moeda: se o excluído tenta se integrar, é intrometido; se fica quieto no seu canto, é porque não liga mesmo. E se ele se queixar, então, por não fazer parte, aí é que a culpa disso é dele mesmo por não ter corrido atrás, ou aí é que é enxerido pra valer, "quer ser", "quer aparecer", "quer causar", como dizem os mais moderninhos.

E aqueles risinhos sem graça do grupo de "amigos" quando aquela coisa de suma importância que deveria ter sido dita e não foi acaba sendo dita na frente daquele que deveria ter sido avisado e não foi.

É clichê, mas uma ação vale mais do mil palavras. E ninguém se dá mais nem ao trabalho de mandar um recado exclusivo para um amigo. Já manda logo recados prontos e em massa, pra todos de uma vez, sem ter que pensar em palavras especiais pra dizer nem no perfil e necessidade de cada um. Os recados agora são de baciada também.

Você pode se perguntar o por quê de tais palavras. Pode até já ter formado sua teoria. Aqui vai a minha: observo as pessoas, e percebi estas coisas. Claro que já fui a excluída, mas, com certeza, também já excluí alguém. Só não aceito a desculpa de que foi sem querer, pois basta prestar um pouco de atenção que vou me lembrar de alguém que precisa ser avisado, comunicado, convocado, convidado. Estas palavras são um alerta para que não venhamos a ferir as pessoas através de mais estes meios. Já reparou que é sempre a mesma pessoa que é esquecida? Será que não é mais fácil não mentir ao invés de dizer que é amiga(o) dela e depois destratá-la, menosprezá-la? Onde está o amor cristão em tudo isso, o amor pelo qual o Senhor falou que seríamos conhecidos como discípulos dEle?