Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Porque quem compreendeu o intendo do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glórias, pois, a ele eternamente. Amém! - Romanos 11.33-36.

terça-feira, 2 de março de 2010

Velhos pensamentos, velhos hábitos.


Somos novas criaturas em Cristo Jesus e temos a mente de Cristo (II Co 5.17; I Co 2.16). Mas, é incrível como basta uma pequena lembrança de algo desagradável que nos aconteceu no passado, ou um pequeno descontentamento em nosso cotidiano para “disparar o gatilho” e trazer à tona a velha natureza, o velho homem, como toda a raiva e tristeza que vivenciávamos em nosso negro passado sem Cristo. Agora estamos na luz, andamos na luz, vivemos na luz; vivemos para Deus, por Deus, andamos nas obras do Espírito, e não da carne (Jo 8.12; Rm 8.4-9), e ainda assim é difícil agir de maneira diferente daquela que costumávamos agir na vida pregressa, diante de situações semelhantes àquelas que vivíamos e que parecem surgir apenas para nos provar, para nos tentar, com a finalidade de nos “tirar do sério”, de nos fazer esquecer quem nós somos agora: embaixadores de Deus, de Seu Reino (II Co 5.20), não do ódio, da ira, da raiva, da vingança, da tristeza, da mágoa, do rancor, das tristes, amargas e destruidoras lembranças e da angústia. Agir de maneira diferente diante das mesmas situações, que se repetem e se repetem constantemente, requer enxergar tais situações de maneira diferente; requer, além disso, enxergar a nós mesmo de maneira diferente, como somos agora: feitura de Deus, e não filhos das trevas, mas filhos da luz (Ef 2.10; I Ts 5.5; I Pe 2.9; I Jo 1.5 e 7). Graças a Deus não sofremos de amnésia, e também não esquecemos de nosso passado quando nos entregamos a Cristo, mas se andamos em novidade de vida precisamos deixar as dores do passado no passado e viver o presente com Cristo, olhando para o Alvo, para o Autor e consumador da nossa fé, e esperando com alegria e paz a nossa redenção final (Rm 6.4; Fp 3.14; Hb 12.1-3). Isso é parte do que devemos fazer para ter a vida em abundância que Cristo veio nos trazer (Jo 10.10b).

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