Ó profundidade das riquezas, tanto da sabedoria, como da ciência de Deus! Quão insondáveis são os seus juízos, e quão inescrutáveis, os seus caminhos! Porque quem compreendeu o intendo do Senhor? Ou quem foi seu conselheiro? Ou quem lhe deu primeiro a ele, para que lhe seja recompensado? Porque dele, e por ele, e para ele são todas as coisas; glórias, pois, a ele eternamente. Amém! - Romanos 11.33-36.

quarta-feira, 10 de fevereiro de 2010

LEMBRE-SE DO SEU INÍCIO!


As "pequenas obras" que Deus coloca nas mãos do Seus servos não são degraus para atingir a "grandeza", a "grande obra", ou "grandes obras".  As "pequenas obras" SÃO a GRANDEZA, SÃO as GRANDES OBRAS que Deus tem nos confiado.

Jesus, nosso Exemplo, nunca se preocupou com número, com quantidade de ouvintes. Ele seguiu fazendo a obra para e com aqueles que O seguiam. O próprio Jesus foi abandonado por muitos. Ou seja: muitos abandonaram Jesus, mas Ele não se abalou; antes, continuou a fazer o trabalho para o qual o Pai lhe enviara. O TAMANHO e a QUANTIDADE nunca foram Suas MEDIDAS DE SUCESSO. O número de Seus ouvintes NUNCA incomodou a Jesus, ou alterou sua maneira de falar ou o que falava, a fim de agradar o "público". Pregava o 'cristianismo puro e simples'. Sua personalidade e Seu ministério não seguiam aos desejos e expectativas carnais e egoístas dos ouvintes.

Em suma, Ele se manteve fiel aos dias humildes de Seu começo, do princípio de Seu ministério, seguindo o que ensina Zacarias 4.10a: Quem despreza o dia das coisas pequenas? ou Quem despreza o dia dos humildes começos?

O problema é que, hoje, temos dois problemas no que diz respeito a como os "servos" de Deus veem obra de Deus:

1º) Para alguns, muitas obras realizadas pelos crentes são sem importância, sem valor algum, se não forem "grandes obras". Contudo, nenhuma obra realizada sob a ordem e o poder do Espírito Santo de Deus, sob a vontade e a inspiração do Criador é sem significado, valor, relevância e importância.

2º) MUUUUUUITOS se esquecem dos dias humildes do começo de seus ministérios, quando eram "simples" pastores de uma pequenina igrejinha, em alguma área na periferia da cidade, deixando de dar o devido valor a tal começo e passando a gloriar-se apenas na "grande obra" na qual estão agora.

Quem disse que ser obreiro de uma "grande obra" é ser o presidente internacional de uma denominação, com altos padrões de orçamento e alto nível de escolaridade? Quem disse que isso é ser bem-sucedido na obra de Deus? (SEM QUALQUER DESMERECIMENTO/OFENSA PARA COM AQUELES QUE SERVEM A DEUS NESSAS CONDIÇÕES).

Mais: quem disse que é mais importante o pastor de uma grande denominação, que se apresenta semanalmente em rede nacional e internacional de televisão do que aquele que está em algum país mulçumano pregando o Verdadeiro Evangelho,  arriscando sua vida, , por amor a Deus e aos homens?

NÃO. Ninguém (claro que há exceções) se lembra que começou humilde e "simplesmente" como um porteiro de igreja ou como uma recepcionista. Isto é "riscado da história" quando o(a) obreiro(a) do Senhor se "transforma" em conferencista internacional (só porque pregou uma vez em um país que faz fronteira com o seu, como o Paraguai, no nosso caso) ou monta o ministério Fulana de Tal (e só porque Deus lhe abriu a porta para aconselhar outras mulheres em sua igreja local).

Algumas referências bíblicas: Zc 4.10a; Jo 6.66.

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